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CNI defende que abertura comercial do Brasil seja gradativa

A abertura comercial proposta pelo candidato à Presidência Jair Bolsonaro ( PS L) em seu programa de governo deve ser feita porme iode uma agenda ambiciosa de acordos comerciais, já que uma redução unilateral de tarifas não garante ao Brasil acessoa outros mercados.

Isso é o que espera a Confederação Nacional da Indústria( C NI ), conforme nota divulgada ontem.

“Sem criar condições internas para a competitividade das empresas brasileiras lá fora, o upara concorrer com produtos importados que venham de economias com melhor ambiente de negócios, a redução unilateral de tarifas pode destruir o que existe aqui dentro”, afirmou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, no documento.

Representantes de vários setores da indústria oficializaram ontem apoio a Bolsonaro.

Mas ressaltaram que a abertura comercial deve ser feita de modo gradativo. Em troca, ouviram a promessa de um pacote de medidas que “não traga sofrimento a ninguém”.

Estiveram presentes na reunião os presidentes das associações da Indústria Química (Abiquim), de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), de Comércio Exterior (AEB), dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), além da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e do Instituto Aço Brasil.

O economista Paulo Guedes, consultor econômico de Bolsonaro, não participou.

Segundo a CNI, acordos comerciais têm de ser aprovados pelo Congresso. Já a abertura unilateral pode ser feita por simples resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex).

O GLOBO - ECONOMIA - RJ - 23/10/2018 - Pág. 16

 

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