China afirma que vai abrir ainda mais sua economia

China afirma que vai abrir ainda mais sua economia

 

O primeiro-ministro da China, Li Keqiang, afirmou ontem que Pequim vai abrir mais sua economia diante do aumento do protecionismo, no momento em que se encaminha para reuniões com líderes da região Ásia-Pacífico em Cingapura.

 

As declarações de Li, em um artigo no jornal de Cingapura The Straits Times antes de sua chegada à cidade-Estado, acontecem no momento em que o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong, pede mais integração regional, dizendo que o multilateralismo está sob ameaça de pressões políticas.

 

“A China abriu suas portas ao mundo; nunca vamos fechá-las, mas abri-las ainda mais”, disse Li no artigo, no qual pediu uma “economia mundial aberta” diante do “aumento do protecionismo e unilateralismo”. Ele não se referiu diretamente à guerra comercial entre China e Estados Unidos.

Uma ausência notável nas reuniões desta semana é o presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou que vários acordos comerciais multilaterais existentes são injustos.

 

O vice-presidente americano, Mike Pence, participará dos encontros no lugar Trump e o presidente russo, Vladimir Putin, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o premiê japonês, Shinzo Abe, também devem ir ao evento.

 

Política monetária. O Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) disse que ajustará sua política monetária à medida que as condições exigirem, ao mesmo tempo em que manterá sua postura prudente e neutra, num provável aceno aos possíveis efeitos da atual disputa comercial do país com os EUA, entre outras pressões negativas.

 

Em relatório trimestral sobre política monetária, o PBoC afirmou que pretende manter a liquidez “razoavelmente ampla”. Além disso, uma frase que constava de documentos anteriores, sobre a instituição ser “firmemente contra fortes estímulos em larga escala”, foi omitida no relatório mais recente.

 

Em boa parte do documento, o PBoC se dedicou a refutar avaliações no mercado de que sua política monetária seria contida nos próximos trimestres pela aceleração da inflação e pela ameaça de uma “armadilha de liquidez”.

 

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