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Mercado reduz projeção de inflação para 3,85% no final de 2019

Economistas do mercado financeiro reduziram a projeção de inflação para o Brasil em 2019. De acordo com os analistas, o País deve fechar o ano com inflação de 3,85%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (25) pelo Boletim Focus, produzido pelo Banco Central (BC).

Na semana passada, a estimativa era de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil, ficasse em 3,87% no final do ano , uma queda de 0,2 ponto percentual (p.p) se comparado à previsão de hoje (25).

Com essa projetação, o número segue abaixo da meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano, que é de 4,25% com intervalo de tolerância que vai de 2,75% a 5,75%. Para o ano que vem, a estimativa do mercado financeiro permaneceu em uma inflação de 4% – número dentro da meta, que é de exatamente 4% em 2020, com intervalo de tolerância entre 2,5% e 5,5%. Para os anos de 2021 e 2022 as previsões do IPCA também não foram alteradas: ficaram ambas em 3,75%.

As projeções para o Produto Interno Bruto ( PIB ), que mede todos os bens e serviços produzidos pelo País, permaneceram as mesmas da semana passada, com crescimento de 2,48% no fim de 2019. As estimativas para o PIB do Brasil vem em queda desde o começo do ano, quando marcavam expansão de 2,53% para o País. As previsões para 2020 e 2021, no entanto, não foram alteradas e continuaram em 2,50% para ambos os anos.

Além da inflação e do PIB, os analistas do mercado financeiro também fizeram projeções para a taxa básica de juros, a Selic, que deve continuar em 6,5% até o fim do ano e registrar 8% no ano que vem. Ká para o dólar, a estimativa é de que, no final de 2019, amoeda americana esteja em R$ 3,70 contra R$ 3,75 em 2020.

 

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