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Emprego na indústria cresce

A indústria brasileira alcançou um marco em janeiro: pela primeira vez em 10 anos, as contratações do setor superaram as demissões. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o índice que calcula o número de empregos ficou em 51,3 pontos - acima de 50 pontos indica geração de vagas e abaixo, queda.


Foi também o sétimo mês consecutivo de alta do emprego industrial. Não é só. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) atingiu 69%, o maior percentual para o mês desde 2014. Significa, portanto, que a indústria nacional está a todo vapor? Não é bem assim. A produção industrial desacelerou em janeiro na comparação com dezembro e há muitas incertezas a respeito da velocidade da retomada econômica. Não custa lembrar: uma economia forte precisa, necessariamente, de uma indústria forte. Os números provam isso. A cada R$ 1,00 produzido na indústria, são gerados R$ 2,40 para a economia do país. Nenhum outro setor é tão eficiente nesse aspecto.


TAP adia voos que partem de Brasília


A companhia aérea portuguesa TAP adiou o retorno dos voos de Brasília para Lisboa. A previsão era operar normalmente em fevereiro, mas o aumento de casos de coronavírus no Brasil alterou os planos da empresa. Agora, se a pandemia der trégua, a ideia é que os voos retomem a partir de 7 de março. Em 2020, a TAP ficou cinco meses sem atividades no terminal brasiliense. O aumento de casos da covid-19 trouxe certo desânimo ao setor aéreo, que esperava uma forte retomada em 2021.


Dólar alto encarece produção agrícola


A alta do dólar tem adicionado dificuldades à produção agrícola brasileira. Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), 90% da matéria-prima usada na fabricação de agroquímicos no Brasil é importada -portanto, está sujeita às variações da moeda americana. Com o dólar nas alturas, produzir soja, café, cana-de-açúcar e milho ficou mais caro. Mas há o outro lado da moeda: os exportadores, por exemplo, não têm do que reclamar.


HP mergulha no mercado de games


O mercado de videogames continua em forte expansão e gerando negócios rumorosos. Ontem, a tradicional companhia americana HP, conhecida pelas impressoras, anunciou a intenção de comprar a HyperX, que desenvolve acessórios para games, como headsets, teclados e microfones. Segundo estimativas, o negócio deverá girar em torno de US$ 425 milhões, algo como R$ 2,3 bilhões. Não é a primeira investida da HP no setor. A empresa é dona da marca Omen, especializada em notebooks para gamers.


"Trabalho remoto é uma aberração que vamos corrigir rapidamente" David Solomon, presidente do banco americano Goldman Sachs 100 milhões de euros é o valor estimado do passe do jogador norueguês Haaland, estrela em ascensão do futebol mundial. Aos 20 anos, o atleta do Borussia Dortmund fez mais gols nessa idade do que Messi e Cristiano Ronaldo.

Veículo: CORREIO BRAZILIENSE - DF Editoria: ECONOMIA Tipo notícia: Coluna Data: 25/02/2021 Autor: AMAURI SEGALLA

 

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