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Encher um tanque de gasolina come 6,8% da renda domiciliar em janeiro


Novo estudo da Veloe com a Fipe irá monitorar impacto dos combustíveis na renda do brasileiro

Ter carro é para poucos no Brasil. Além do alto preço para comprar um veículo novo, impostos e taxas pesam no bolso, principalmente de quem tem pouca renda, e com os combustíveis caros, encher o tanque de combustível tem se tornando uma ação cada vez mais rara. Em um estudo realizado pela Veloe , um tanque de gasolina completo corresponde a 6,8% da renda média de um domicílio brasileiro.

Os dados são do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade é fruto da parceria entre Veloe , hub de mobilidade e logística e a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), e irá acompanhar uma série de indicadores que causam impacto para logística e transportes, entre eles os combustíveis.

O panorama irá monitorar os preços da gasolina (comum e aditivada), diesel (comum e S-10), além do etanol hidratado e gás natural veícular . Assim, será possível criar um Monitor de Preços de Combustíveis , permitindo uma análise e comparação dos preços desse produto ao redor do país.

O Indicador de Poder de Compra de Combustíveis irá determinar o peso real que os combustíveis exercem no orçamento mensal das residências brasileiras. Esse indicador irá determinar o percentual da renda domiciliar mensal, apurado pela Fipe a partir de dados do PNAD/IBGE , que é necessário para encher um tanque de combustível de 55 litros (capacidade média dos carros de passeio) com gasolina comum.

Segundo o Panorama, encher um tanque de combustível de 55 litros com gasolina comum corresponde a 6,8% da renda média domiciliar nacional, aferida no terceiro trimestre de 2022.

Para André Turquetto, diretor-geral da Veloe , a iniciativa reforça o compromisso da Veloe em se tornar referência no setor de mobilidade , e traz um importante dado para a sociedade geral:

“Entender essas variações de preços e seus impactos para empresas e famílias é essencial para o nosso setor. O Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade é uma fonte de informação altamente qualificada e confiável, com um nível de abrangência relevante para um país de dimensões continentais como o nosso”, destaca Turquetto.

De acordo com o Monitor de Preços de Combustíveis o preço médio por litro em janeiro foi o seguinte:

Gasolina comum : R$ 5,108 Gasolina aditivada : R$ 5,246 Etanol Hidratado : R$ 3,929 Gás Natural Veícular : R$ 5,143 Diesel comum : R$ 6,424 Diesel S-10 : R$ 6,502

O levantamento aponta que no acumulado dos últimos 12 meses a gasolina comum registrou queda de 23,6%, assim como a gasolina aditivada (22,8%) e etanol hidratado (22,6%). Mas, por outro lado, o GNV está 11,2% mais caro, assim como o diesel comum (15,7%) e o diesel S-10 (15,8%).

Apesar de 6,8% da renda familiar ser um valor considerável, o Indicador de Poder de Compra de Combustíveis aponta uma redução em comparação ao último trimestre, quando um tanque de gasolina cheio custava 9,3% da renda média de uma família.

O informe ainda oferece um indicador de custo-benefício, que mostra qual combustível é mais vantajoso em veículos flex. Nos parâmetros utilizados pela Fipe, a gasolina é vantajosa quando o índice for superior a 75%, indiferente entre 65% e 75%, e abaixo dos 65%, é melhor abastecer com etanol.

Em janeiro de 2023, abastecer com gasolina representava mais negócio para o motorista, já que o litro médio do etanol equivalia 81,6% do valor cobrado por um litro de gasolina comum.

Os dados utilizados na construção dos indicadores do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade têm como fontes a Veloe, Fipe, ANP e IBGE.

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