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Financiamento deve voltar a representar até 70% dos licenciamentos

Para Fenabrave, melhora do crédito ao consumidor deve sustentar alta de dois dígitos nas vendas de veículos em 2024


Fonte: Automotive Business


A melhora do ambiente econômico, com a queda da inadimplência e da Taxa Selic, tem impulsionado o mercado de veículos neste ano. Tanto que o presidente da Fenabrave (que representa os distribuidores), Andreta Junior, acredita que os financiamentos na venda de veículos devem retomar o patamar histórico de 60% a 70% ainda em 2024.


"A inadimplência vem caindo e o volume de aprovação de crédito subindo. Isso mostra que o mercado pode crescer os 12% que estimamos ou até mais este ano. Estamos começando a ver a curva de financiamento revertendo. Em 2023, a maior parte das vendas eram feitas à vista", disse o dirigente.


Segundo dados da B3, a compra de veículo financiada em fevereiro representou 56,7%, ante 52,6% no mesmo período do ano passado. Já a carteira de crédito subiu 15,5% nos últimos 12 meses, terminados em fevereiro. "Crescemos 4 pontos percentuais em volume de financiamento aprovado. É um indicador de que essa curva está revertendo."


A Fenabrave estiva que as vendas de automóveis e comerciais leves devem atingir 2,44 milhões de unidades, alta de 12% no comparativo com o ano anterior. No mercado total, o volume, de acordo com a entidade, vai chegar a 2,58 milhões de veículos, avanço de 12%.


Para Fenabrave, menos impostos eleva arrecadação


"O ano começou bem, apesar de março ter apresentado uma queda nos licenciamentos devido ao número de dias úteis em relação ao ano passado. O segundo semestre sazonalmente é melhor do que o primeiro e espero ter uma visão mais positiva sobre o fechamento do ano", afirmou Andreta Junior.


O dirigente ressaltou que a Fenabrave elabora um projeto que deve ser apresentado ao governo nos moldes do Programa Carro Popular anunciado em meados do ano passado.


"Estamos finalizando os estudos e devemos apresentar em breve. Mas temos conversado com o governo e afirmando que a arrecadação pode aumentar taxando menos. É nisto que estamos trabalhando", disse o dirigente.


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