Hatches compactos são preferência no mercado


[Fonte: Garagem 360]

O mercado de carros usados e seminovos continua a segurar o giro econômico do setor automotivo com alta nas vendas. Em meio ao aumento na taxa de juros, queda na produção dos 0 km, por conta da crise dos semicondutores, e baixa no poder de compra da população, os veículos usados têm sido a solução para aqueles que desejam ou precisam trocar de veículo. Veja mais!


Ford Ka (Foto: Divulgação)


Hatches compactos são preferência no mercado de carros usados e seminovos


Em 2021, esse segmento do mercado apresentou um expressivo crescimento de 17,8% em relação à 2020, com 15,1 milhões de veículos comercializados. A quantidade é mais do que quatro vezes maior que o volume de 0 km vendidos, segundo a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto).

Estudo da InstaCarro, startup que tem a proposta de desburocratizar o processo de compra e venda de veículos usados e seminovos, confirma a alta na procura por carros do tipo. Com exceção do monovolume Honda Fit, todos os demais automóveis do ranking dos mais negociados na plataforma em março são hatches compactos.

A liderança no período ficou com o Renault Sandero, com 4,55% dos carros negociados. O Hyundai HB20, líder de vendas em fevereiro, fechou março na 2ª colocação, com participação de 4,40%. O Ford Fiesta ficou com a 3ª colocação, enquanto Volkswagen Fox e o Fiat Palio fecham o top 5, com participação de 4,25%, 3,67% e 2,79% nas negociações, respectivamente.


Top 10 do ranking de usados e seminovos vendidos em março/2022

Fonte: InstaCarro


Ford Fiesta 2002 (Foto: Divulgação)


Alta demanda deve continuar

Para o CEO e fundador da InstaCarro, Luca Cafici, o mercado de carros usados e seminovos deverá continuar em alta, devido às recentes previsões para a economia do País, de baixa da atividade produtiva. Segundo ele, as soluções de oferta proporcionadas por plataformas como a de sua empresa são fundamentais para o momento atual.

“Estamos num período de aprofundamento da crise, com diversos setores sem perspectiva de melhora. Enquanto isso, precisamos investir em soluções e criar recursos para, cada vez mais, alimentar a economia e impulsionar a geração de negócios na medida do possível”, afirma Cafici.